Flávio vê “cortina de fumaça” em nova ação contra Bolsonaro e critica Moraes: ‘Não há boa-fé’
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou nesta quarta-feira (8) que a nova operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro teve como objetivo criar uma “cortina de fumaça” para desviar a atenção da agenda que ele cumpre nos Estados Unidos sobre a questão das tarifas.
Em vídeo gravado no exterior, Flávio disse ter recebido a notícia por meio dos advogados do pai e classificou a medida como uma tentativa de dividir o noticiário.
“Na minha percepção, é uma clara tentativa de criar uma cortina de fumaça nesse momento em que estou aqui trabalhando pelo Brasil para tentar dividir o noticiário com coisas negativas”, declarou.
O senador destacou que a operação está relacionada ao episódio em que um segurança de Bolsonaro foi abordado em uma blitz portando uma arma de fogo registrada em nome do ex-presidente.
Flávio afirmou que a investigação concluiu que Bolsonaro “não fez absolutamente nada de errado” e que, posteriormente, o ministro do STF, Alexandre de Moraes, solicitou esclarecimentos sobre a localização das demais armas registradas em nome do ex-presidente.
De acordo com o parlamentar, desde a última sexta-feira (3) a defesa vinha informando formalmente onde cada armamento se encontrava, incluindo armas sob custódia do Exército e da própria Polícia Federal, acompanhadas da documentação correspondente.
“Ele faz uma busca e apreensão para saber se a defesa estava mentindo ou não. Esse é o tratamento que tem sido dado ao presidente Bolsonaro a todo momento. Não tem mais boa-fé por parte de quem está nos acusando”, afirmou Flávio ao criticar a medida de Moraes.
Foto da matéria em destaque: Flávio Bolsonaro. Imagem: Redes Sociais/Divulgação.
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