‘Apertem o cinto, o piloto sumiu’: Osmar Terra critica o Arcabouço Fiscal de Lula e Haddad
Em um cenário de crescente debate sobre o futuro econômico do Brasil, o deputado federal, Osmar Terra (MDB-RS), se posicionou de forma crítica sobre o recente pacote anunciado pelo governo petista. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou, no último dia 27, um conjunto de medidas que visam o controle dos gastos públicos, incluindo uma das promessas de campanha do presidente Lula (PT): a isenção do Imposto de Renda (IR) para os contribuintes que recebem até R$ 5 mil mensais.
O pacote, que prevê uma economia de R$ 70 bilhões nos próximos dois anos, foi descrito por Haddad como uma ação para “consolidar o compromisso deste governo com a sustentabilidade fiscal do país”. No entanto, para Osmar Terra, as medidas podem representar um retrocesso para a economia brasileira, com o risco de comprometer o crescimento e a prosperidade no longo prazo.
“Apertem o cinto, o piloto sumiu! Não foi por falta de aviso. Em 2023, com o fim do teto de gastos, eu já previa a tragédia do “Arcabouço Fiscal” criado por Lula/Haddad. Agora com o rombo fiscal aumentando, com a inflação e os preços disparando, e com o dólar a 6 reais, o governo brasileiro decreta o fim da prosperidade econômica e um período de incertezas que não víamos desde o governo Dilma”, apontou Osmar.
Osmar Terra, recordou seu alerta feito em julho de 2024 sobre os impactos negativos do novo “Arcabouço Fiscal” proposto pelo governo Lula. Terra havia advertido que a medida levaria a um aumento descontrolado dos gastos públicos, o que, segundo ele, poderia ter consequências graves para a economia. Ele também mencionou a criação de 38 ministérios, que aumentou consideravelmente o número de pastas em relação aos 22 existentes anteriormente, como um exemplo claro de expansão da máquina pública.
“É a despesa aumentada, sem cobertura de receita, o que levará à inflação e mais imposto”, declarou o deputado.
Deputado Federal Osmar Terra, na foto da matéria em destaque. Imagem: Mário Agra/Câmara dos Deputados.
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